Segunda-feira, 10 de Maio de 2004

...

Entretanto, descobri mais uma palavra que me estanca o movimento das pálpebras de tão nula de sentimento que é para mim: couve-roxa. Afinal há muitas...



publicado pela batukada às 23:49
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Domingo, 9 de Maio de 2004

ai! ai! já sei

clavícula.



Não nutro nenhum tipo de sentimento por esta palavra. Touchée!



(inspira – um , dois, três – expira)
publicado pela batukada às 21:39
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Sábado, 8 de Maio de 2004

...

Não consigo, minha jóia, luz dos nossos dias, beleza andante, preciosa. Cadeira faz-me lembrar os trabalhos que tenho de entregar; tijolo faz-me lembrar o crédito de habitação que tenho de pedir; batata faz-me lembrar o excesso de hidratos de carbono que ando a consumir. Ora, não há concentração possível com este embróglio maquiavélico. Talvez mais para o lado das preposições... mas estas não são palavras plenas. Seja como for, "ante" também me leva a muito lado; para não falar de "de" ou "a", autênticas pérolas desconcentradoras.



Sou uma emocionada, é o que é. Mas não deito a maravilhosa colecção fora, já que tem umas maravilhosas dicas acerca da importância das vitaminas na nossa vida.

publicado pela batukada às 15:19
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Agora a sério: cuide de si hoje

«Meditação



A meditação regular é útil para reduzir a tensão e aliviar muitas doenças com ela relacionadas. Comece por se sentar numa posição confortável de costas direitas e olhos fechados. Escolha uma palavra que para si não tenha significado emocional e repita-a silenciosamente para si mesmo. Evite que a imaginação ande a vaguear, concentrando-se na respiração.»



da colecção 101 Sugestões: "Vida Saudável"



Palavra sem sentido emocional? Hum... Epá, esta tá boa. Não faço ideia.
publicado pela batukada às 12:19
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Sexta-feira, 7 de Maio de 2004

Nunca me arrependerei de nunca ter vestido um traje académico



Se tenho oportunidade de vislumbrar, por segundos que seja, o meu recente passado de estudante, é a sensação nublosa da saudade dos palmieres cobertos e das coxas de frango devorados na companhia dos amigos que me invade. Ao mesmo tempo que nos deleitávamos com as abastadas fontes de colestrol e de gorduras saturadas, criticávamos vestes, leituras inóspitas e pirosas, odiávamos a versão da Girl from Ipanema pela Astrud Gilberto (com um ritmo estranho, similar ao de um órgão casio no registo disco, muito distante da mui amada bossa nova), apercebíamo-nos embasbacados de que o nosso álbum perferido dos Red Hot Chilie Peppers era o que não tinha a colaboração do Frusciante e nunca recitaríamos poema algum de cor. É claro que ainda não prestávamos muita atenção à Dinah Washington que se ouvia em casa, mas eramos felizes, ainda assim.


Discutíamos assuntos do momento e preocupávamo-nos com o liberalismo exacerbado. Visitávamos a biblioteca algumas vezes por semana e almoçaríamos na cantina às terças e quintas, num manifesto de simbiose múltipla.


A comunhão desmedida cedo (por alturas de Maio) se desvaneceria e distorceria pela maldição do traje académico: pretos amofinados com berloques das mais variadas cores e feitios a enfeitar – publicitando desde a freguesia de Cardães de Santa Justa, até à de Caíde – abriam paulatinamente o fosso que distancia os crentes dos não-crentes. E estragavam a beleza do mais adónis dos adónis.


A verdade é que nunca deixei de falar com niguém por usar traje académico.

publicado pela batukada às 21:17
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Para o amor

A Foggy Day



I was a stranger in the city

Out of town were the people I knew

I had that feeling of self-pity

What to do, what to do, what to do

The outlook was decidedly blue



But as I walked through the foggy streets alone

It turned out to be the luckiest day I’ve known



A foggy day in london town

Had me low, had me down

I viewed the morning, with much alarm

The British Museum had lost it’s charm



How long I wondered,

Could this thing last

But the age of miracles hadn’t past

For suddenly, I saw you there

And through foggy london town,

The sun was shining everywhere



For suddenly, I saw you there

And through foggy london town,

The sun was shining everywhere



Everywhere

Everywhere

Everywhere




George e Ira Gershwin
publicado pela batukada às 21:05
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Quarta-feira, 5 de Maio de 2004

Quando eu morava na City of Dis

A Ana perguntou-me quem era eu na City of Dis. À primeira vista, achei uma pergunta difícil. À segunda, a mesma coisa. À terceira, não consegui mais pensar no assunto. Ó Ana, agora é que me tramaste!



Espera lá... E tu, quem eras?

publicado pela batukada às 15:47
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Terça-feira, 4 de Maio de 2004

World of Blue



Blue is such a cold shelter

Shelter

Shelter


Blue is the color of the sky

Blue is the color of her eyes

Blue is the color of the mountains

Blue is the color of the sea

Of the sea

publicado pela batukada às 17:58
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Já é meia-noite? Hora da lamechice e mainada



Faz hoje um ano, a minha vida mudou. O meu coração metamorfoseava-se para todo o sempre. Parece que ficou maior, tal não foi o amor que de repente o envadiu.


Faz hoje um ano, nascia o Guilherme. Parabéns ao bebé mailindo da titi!




publicado pela batukada às 00:11
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Segunda-feira, 3 de Maio de 2004

Tss tss (III)

A Helena Isabel e o Júlio Pereira foram vistos juntos, em trejeitos amorosos – enquanto comiam sushi –, algures em Lisboa.



Fonte segura.
publicado pela batukada às 23:55
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Tss tss (II)

Na Inglaterra, uma cerveja Cobra pode custar cerca de seis libras.




Toma lá que é para aprenderes...

publicado pela batukada às 23:52
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Tss tss (I)

Na Inglaterra, quando um feriado calha ao fim-de-semana, não se trabalha na segunda-feira seguinte ou na sexta-feira anterior.

publicado pela batukada às 23:42
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