Quarta-feira, 19 de Março de 2008

Sinto que «Este País não é para Velhos» não é a melhor tradução para «No country for old men»

Mas compreendo a intenção.
publicado pela batukada às 01:55
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Sinto que Este País não é para Velhos

Todos os dias.
publicado pela batukada às 00:17
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Sinto que afinal sou eu que em muito contribuo para que este país não evolua

Quando, depois de apanhar a papelada da máquina dos bilhetes, constato que poderia facilmente resolver o problema através da aquisição mensal do passe social do Metropolitano de Lisboa.

publicado pela batukada às 00:12
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Sinto que afinal este país não está a evoluir

Quando, depois do carregamento do cartão, constato que sai sempre um papelinho que diz "comprovativo de venda", que, de acordo com as instruções impressas no cartão, tem de nos acompanhar durante a viagem de metro.

publicado pela batukada às 00:08
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Sinto que este país está a evoluir

Quando verifico que os bilhetes de metro avulsos foram substituídos por um único cartão, que vai sendo carregado com as moedinhas.
publicado pela batukada às 00:06
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Sexta-feira, 14 de Março de 2008

Do fim do amor e do início das bebedeiras

 

Pega na garrafa e vai levar o almoço ao pai.

publicado pela batukada às 10:31
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Quinta-feira, 13 de Março de 2008

Acabei de ver o paul mcCartney no Quem Quer ser Milionário apresentado pelo Jorge Gabriel

A pergunta era «A que século pertence o "Século das Luzes"?». As hipóteses eram: a) século XX, b) século XVIII, c) século XV e d) século XIII. O paul pede a ajuda do telefone e liga para o pai, que diz «Epá, só pode ser o século XIX». Paul: «mas isso não é hipótese». Pai: «Epá, diz lá outra vez». O paul repete. O pai diz que afinal só pode ser o século XX, porque «mil e setecentos é muito cedo». É muito cedo para quê?, ficamos nós aqui em casa a pensar. Pois, para, precisamente, aquilo que também o filho estava a pensar: em mil setecentos e tais ainda não havia electricidade. «Pois, era mesmo isto que eu estava a pensar, mas uma pessoa aqui bloqueia. Quero bloquear a resposta a». O Jorge Gabriel fez a expressão televisiva de que mais gosto presentemente (uma espécie de olhar "vais-te enterrar, filho") e bloqueou-lhe a resposta a).

 

publicado pela batukada às 23:04
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Terça-feira, 11 de Março de 2008

Agora vou ali ser bi-tia e já venho

   

É que já nos consigo imaginar, a mim e aos putos, daqui a uns anos, no Incógnito, a gritarmos "grandma take me home, grandma take me home ", ao som deste Sliver.  

 

Viva a maternidade (nesta família)!

 

 

 

publicado pela batukada às 19:02
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Nunca bati em ninguém

Uma das piores pessoas que me passou pela vista reparte o mesmo espaço profissional em que me encontro neste preciso momento. É uma má pessoa, ignorante, feia e, obviamente, gorda (flácida e com duplo queixo, inclusive). Além disto, é manipuladora e, consequentemente, dissimulada. Não gosta de música. Acho que nunca vi tanta merda junta, facto que me enerva como nunca nada antes me enervou. Esta pessoa incomoda-me de tal modo que era quase impossível não falar dela, perdão. Pronto, já está.

 

Estúpida...

publicado pela batukada às 14:23
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Segunda-feira, 10 de Março de 2008

Só mais uma coisa, antes de me ir deitar

publicado pela batukada às 00:39
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It's never too late, dear

Não vou esconder, fiquei de lagriminha no olho ao actualizar o URL da nossa blogger favorita, a Bomba, ali na lista de links. Foi muito regozijo no blogspot, afinal de contas. Mas passou logo: o Sapo é que é, e o novo apontamento do template é uma maravilha.

publicado pela batukada às 00:30
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O carisma

Faço uma pesquisa no mood swing e verifico que nunca, em quase quatro anos de blogosfera, utilizei as palavras «carisma» e «carismático» nos textos que escrevi. Se me puser a pensar cinco minutos (lamentavelmente, não posso), talvez constate terem sido raríssimas as vezes em que as utilizei na vida. Tudo isto inerentemente. Ora, fico especialmente satisfeita com isto, agora, depois de ter assistido à excelente palestra realizada ontem, na Igreja Baptista de S. Domingos de Benfica, sob alçada do Tiago Cavaco. É giro, há – só pode – uma entidade espiritual reguladora dos meus neurónios nos meus neurónios. O que é poético, mas ao mesmo tempo cáustico: agora é que nunca mais poderei utilizar estas palavras. Carisma e carismático, prazer em conhecer-vos, mas a vossa aplicação não é possível. Não vos acredito nem tão pouco acredito em vocês, tchau.

 

 

Para os que dúvidas tenham da excelência da palestra de ontem, constatar aqui.

publicado pela batukada às 00:06
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